sexta-feira, agosto 29, 2025

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Empates rápidos: entenda a polêmica na final do Continental das Américas

A rodada final do Continental de Xadrez das Américas 2025 terminou cercada de polêmica. Os grandes mestres brasileiros Alexandr Fier e Luís Paulo Supi se enfrentaram em uma partida decisiva que poderia garantir ao vencedor uma vaga na Copa do Mundo de Xadrez — e até mesmo um título inédito para o Brasil. Mas o empate entre eles, ainda nos lances iniciais, frustrou a torcida e gerou uma onda de críticas nas redes sociais.

A competição dava quatro vagas para a Copa do Mundo e reuniu nomes de peso do xadrez brasileiro como Quintiliano, Di Berardino e Darcy Lima. Fier e Supi chegaram à última rodada com 8 pontos, empatados com os GMs Shankland (EUA) e Martínez (MEX). Coincidentemente, os quatro se enfrentaram entre si. Enquanto Shankland e Martínez também empataram, a expectativa era de um duelo combativo entre os brasileiros, já que uma vitória garantiria a taça ao país.

O empate entre Fier e Supi decepcionou boa parte do público, que esperava uma partida intensa — e uma chance real de título. Nas transmissões, os comentários negativos se multiplicaram: “Um banho de água fria gigantesco”, “Era garantido um brasileiro campeão”, “Nunca fiquei tão decepcionado”, foram algumas das reações no canal Raffa Chess. Muitos apontaram falta de combatividade, insinuaram jogo combinado e criticaram a postura dos atletas.

Mesmo com o empate, Fier garantiu a classificação à Copa do Mundo, encerrando o torneio em terceiro lugar. Supi terminou em sexto, mas ainda pode ser indicado para a Copa caso algum dos classificados abra mão da vaga.

Depois da repercussão, Supi publicou um vídeo falando sobre o assunto, relatando ter sofrido ataques ofensivos, inclusive em perfis de familiares, e mencionou um suposto silenciamento de algumas pessoas dentro da comunidade do xadrez — um tema que gerou interpretações variadas. O GM pediu compreensão e empatia diante da pressão que os jogadores enfrentam.

Canais como Raffa Chess e Everton Togni manifestaram apoio aos atletas, ressaltando o esforço enorme que eles fazem para competir em alto nível, muitas vezes sem apoio oficial ou infraestrutura adequada. O debate trouxe à tona um ponto importante: apesar das críticas, é fundamental valorizar a dedicação desses jogadores e reconhecer que resultados como esse já são grandes conquistas.

E você, o que acha dessa polêmica? Acredita que faltou mais combatividade ou que os jogadores tomaram a decisão certa? Deixe sua opinião nos comentários!


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O drama de pendurar a dama: por que isso acontece com todo mundo?

Você está vencendo, o relógio tranquilo, vantagem clara… e aí, pá: pendura a dama. Nada dói mais do que ver sua dama capturada de graça, como se fosse um peão perdido na abertura.

Mas por que isso acontece? Mesmo jogadores fortes cometem esses erros grotescos — e não, não é só por tempo ou distração. Muitas vezes é excesso de confiança, cegueira tática ou simplesmente aquele bug mental inexplicável.

A verdade é que pendurar a dama é um rito de passagem no xadrez. Quanto mais você joga, mais vezes vai fazer isso. E quando acontece, o melhor que se pode fazer é rir, aprender… e virar meme.

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Quem é o misterioso GM “elefante38”? A internet tem uma nova suspeita…

Em março de 2022, o canal Raffael Chess lançou um vídeo que intrigou a comunidade do xadrez online: um Grande Mestre com rating altíssimo no Chess.com jogava sob o apelido elefante38, usando a bandeira do Brasil — mas sem nome, sem foto, sem qualquer informação adicional.

Desde então, esse GM anônimo virou lenda. Ele já enfrentou nomes como Krikor Mekhitarian, Luis Paulo Supi, Alexandr Fier e até o Felipe El Debs, que curiosamente joga como elefante33 no site. Coincidência?

O mistério rendeu tanto que o Raffael criou uma playlist inteira no YouTube dedicada ao assunto. Cada nova partida do elefante era analisada com lupa, e as teorias iam se acumulando. Confesso: eu mesmo passei horas tentando descobrir a identidade por trás do nick. Sem sucesso.

Mudança de nome?

Meses depois, o elefante38 sumiu do mapa. Mas um novo perfil apareceu no Chess.com: lembke407, também com bandeira brasileira, também com rating nas alturas — e, segundo Raffael, com o mesmo estilo de jogo.

Coincidência de novo?

Esse novo GM bateu incríveis 3234 de rating blitz, mas não aparecia nas listas oficiais do Chess.com — nem no Brasil, nem globalmente. Raffael mostrou isso no vídeo: o nick simplesmente não constava no ranking, mesmo com um rating que o colocaria entre os 5 melhores do mundo. Estranho, né?

Além disso, jogava com aberturas brasileiras, como o Trompowsky, e mostrava precisão altíssima — típica do nosso já conhecido elefante.

A revelação: Lazavik?

Em junho de 2025, Raffael Chess publicou um vídeo que pode ter mudado tudo. Nele, analisou uma partida entre o lembke407 e o GM Daniil Dubov. A performance foi avassaladora — e cheia de lances inacreditáveis.

O lembke407 sacrifica uma torre com Torre toma G7!!, em uma posição caótica, e vence o Dubov com 93% de precisão. A análise da partida revelou uma linha de raciocínio tática muito similar às jogadas de Denis Lazavik, prodígio russo que vem fazendo estrago no xadrez online — inclusive contra Magnus Carlsen.

Coincidência? Pode ser. Mas os detalhes chamam atenção:

  • Mesmo padrão agressivo de jogo;
  • Sacrifícios criativos e profundos;
  • Domínio técnico no ataque;
  • Estilo dinâmico característico;
  • E o principal: rating compatível, mas sob um perfil escondido.

Raffael sugere a possibilidade de que Lazavik esteja jogando anônimo, com bandeira brasileira, por alguma razão desconhecida — seja por teste, diversão ou estratégia.

Não há confirmação oficial, claro. Mas depois dessa partida, o mistério voltou a esquentar. Seria Denis Lazavik o verdadeiro elefante38?

A dúvida continua no ar.

E você? Já tem sua teoria?


Fontes:

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De onde surgiu o termo capivara no xadrez?

Se você joga xadrez online no Brasil, é quase impossível não ter ouvido alguém se autodenominar uma “capivara”. Mas de onde vem esse termo tão peculiar? Como um simpático roedor sul-americano virou símbolo do enxadrista amador (e orgulhosamente desastrado)?

A verdade é que ninguém sabe ao certo quem inventou a gíria, mas o apelido se espalhou com uma velocidade de gambito ruim em blitz. Hoje, “capivara” é praticamente um estado de espírito. É errar lance simples, cair em tática básica, esquecer o tempo ou simplesmente fazer um blunder daqueles que até o adversário se assusta.

O capivarismo como estilo de vida

Embora o termo possa soar pejorativo, ele virou quase um título honorário. Jogadores iniciantes — e até intermediários — usam “capivara” para descrever com humor seus tropeços no tabuleiro. Ao invés de esconder os erros, o capivara os assume com orgulho. E convenhamos: quem nunca pendurou uma dama à toa que atire a primeira pedra!

O animal em si ajuda na metáfora. A capivara é lenta, pacífica, meio atrapalhada… mas também simpática e querida por todos. E assim como no xadrez, ninguém espera uma jogada agressiva de uma capivara — até que ela comece a avançar peões sem lógica e, de repente, te dá mate.

Da zoeira ao folclore

A popularização do termo também teve grande apoio de comunidades de xadrez nas redes sociais, grupos de WhatsApp, lives na Twitch e canais no YouTube. Hoje, capivara é mais do que um apelido: é cultura. Já existem memes, camisetas, rankings e até emojis dedicados ao glorioso enxadrista capivara.

Ser capivara não é motivo de vergonha. É parte da jornada. Antes de se tornar um GM, todo mundo foi capivara um dia. E alguns continuam sendo — só que com rating alto.